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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Quero adotar! O que preciso saber?


No post de hoje iremos falar um pouco sobre os cuidados que devemos ter com um animal de estimação. E é melhor que você saiba disso antes de adotar seu bichinho.

No vídeo a baixo a médica veterinária Juliana Mori fala sobre o assunto.


Mantenha sempre em dia a carteirinha de vacinação do seu pet e faça o check-up preventivo, para saber como anda a saúde do seu amiguinho, antes que ele realmente adoeça. Quando necessário, consulte com seu médico veterinário de confiança, pois ele terá o histórico médico do seu animal e já o conhecendo bem, saberá diagnosticar o problema dele com mais facilidade, rapidez e confiança.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Raiva Canina - Saiba como prevenir e o que fazer se for mordido

JÁ VACINOU SEU PET CONTRA RAIVA ESSE ANO?


A raiva é uma zoonose altamente mortal causada por um vírus. É transmitida pelo contato com secreções ou saliva de animais infectados, através de lambidas, mordidas ou arranhões. Evite o contato com animais silvestres, principalmente morcegos, gambás, raposas e outros. Animais domésticos não vacinados também podem ter a doença e transmiti-la aos seres humanos.

Os sintomas  e o desenvolvimento da doença podem ser diferentes de indivíduo para indivíduo, sendo que os primeiros sinais podem aparecer nas primeiras semanas ou levar até meses, como foi o caso da  Adriana Vicente da Silva, dona de um pet shop localizado em recife. Ela foi mordida por um gato infectado em abril e veio a apresentar os sintomas da doença em junho, vindo a falecer no dia 29 do mesmo mês. "Dona de pet shop morre após ser mordida por gato de rua e contrair raiva humana." (Vitor Fórneas, 2017)

 Como prevenir a doença?


A prevenção é realizada através da vacinação anual dos animais domésticos: cães, gatos, furões (ferrets), equinos, bovinos e caprinos.
Medidas que impeçam a permanência de morcegos em sua casa também são de grande importância. Coloque telas nas janelas, nos vãos e feche buracos e porões, para que esses animais fiquem longe de sua família.

 O que fazer em caso de mordidas ou arranhões em seres humanos?


Deve-se lavar imediatamente o local do ferimento com água e sabão em abundância e logo em seguida procurar uma unidade de saúde mais próxima. Tentar investigar se o animal que o atacou é devidamente vacinado contra raiva e deixa-lo em observação, caso possível, conforme orientação do profissional de saúde.

 O que fazer quando meu animal de estimação é mordido ou arranhado por outro?


Caso o ferimento seja superficial, lave o local com água e sabão, mas use luvas! Leve-o imediatamente ao médico veterinário mais próximo e relate o acidente. O profissional saberá conduzir o caso de acordo com a gravidade e poderá dar orientações importantes, para que o seu bichinho de estimação se recupere o mais rápido possível.

Mas como o próprio ditado diz: “prevenir é melhor do que remediar”, tire agora mesmo uma foto do cartão de vacinas do seu pet e mande para nós! Assim, nossos médicos veterinários poderão ver se há alguma dose vacinal em atraso. 
Mande a imagem pelo Whatsapp (38) 9.9915-9449 ou Facebook Messenger, que teremos um grande prazer em ajudar!




Um grande abraço,

Juliana Mori
CRMV-MG 6262

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Gripe Canina



O frio chegou! E as baixas temperaturas e tempo seco são fatores que facilitam para a gripe e resfriados nas pessoas. Você sabia que seu cão também pode ficar gripado?
Seres humanos não pegam gripe dos cães, porém um cão pode pegar do outro. A gripe canina é uma doença respiratória contagiosa entre cães.

A Gripe Canina
A traqueobronquite infecciosa canina, ou “gripe canina” também conhecida como “Tosse dos Canis”, pode ser causada pelos agentes virais Parainfluienza e Adenovírus, pela bactéria Bordetella bronchiseptica ou ainda pela combinação dos dois tipos de agentes.

Como é transmitida a gripe canina?
A gripe canina ela pode ser transmitida através do ar pelas secreções respiratórias, secreções de um animal contaminado em contato com outro pelo contato com objetos contaminados, e por pessoas que podem carregar o vírus em suas mãos ou roupas.
O vírus pode permanecer vivo e infectante em superfícies por até 48 horas, em roupas por 24 horas, e nas mãos por 12 horas. Os cães têm o nível mais elevado de vírus nas secreções de 2-4 dias após terem sido expostos ao contaminante. Muitas vezes, eles ainda não demonstram sinais clínicos, quando estão em maior risco de transmissão. Os cães podem ser capazes de espalhar o agente por até 10 dias.

Sintomas da gripe canina
O sinal mais comum é a tosse, que pode ser seca ou acompanhada de secreção. O início da doença é súbito e pode ser confundido com a ingestão de um corpo estranho, pois o animal parece tentar se livrar de algo preso em sua garganta. Muitas vezes há produção de uma espuma branca, o que também dá a impressão ao proprietário de que o animal está com um quadro de vômito.

Em 80% dos cães infectados que desenvolvem gripe canina, os sinais são leves e podem incluir uma tosse persistente que não responde ao tratamento, espirros, coriza e febre. Estes sinais podem ser muito semelhantes às de “tosse dos canis”. No restante de cães infectados, a gripe canina pode se tornar muito séria, com cães infectados desenvolvendo pneumonia e dificuldade para respirar e até sangramento nos pulmões. Os cães geralmente começam a mostrar sinais de doença de 2-4 dias depois de terem sido expostos ao vírus da gripe canina.

Tratamento para gripe em cachorros
Percebendo esses sinais, mantenha seu animal sempre aquecido, em repouso, longe de correntes de ar e com alimentação reforçada. Não deixe que ele tenha contato com outros animais, pois há o risco de disseminação do vírus aos outros animais. De preferência, evite leva-lo a passeios na rua enquanto ele apresentar os sintomas.
É importante levar o cão a um médico veterinário de sua confiança para uma consulta. Dessa forma pode-se descobrir qual o agente infeccioso que seu animal contraiu e diagnosticar algum outro problema, para iniciar um tratamento de forma direcionada.
Jamais medique seu cão por conta própria! 

Veja o caso do cão Lino: Intoxicação por automedicação!